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quarta-feira, 2 de junho de 2010

BB Todo Seu, ou Todo deles?

Mais uma vez o post de hoje tem cunho totalmente pessoal e, desde já, peço desculpas aos leitores por isso, mas não poderia deixar de comentar sobre o mau atendimento dispensado pela Agência do Banco do Brasil de Catolé do Rocha; Ingerência, demora, descaso, falta de educação, maus tratos, má vontade, negligência, desconhecimento a respeito do serviço que se presta. Enfim, tudo que um prestador de serviço público não pode fazer.

Recentemente solicitei um novo cartão de débito, pois a nova tecnologia implantada nos cartões, refiro-me a um “chip”, está constantemente dando problemas e em menos de seis meses já é o segundo que apresenta problemas, mas para minha infelicidade nunca tive tanto aborrecimento, primeiro para solicitar o cartão novo e agora para receber.

Resumindo: cheguei a agência por volta das 11:15 e às 14:50, o atendimento ainda não havia sido realizado. Ora, como pode um atendimento demorar mais de duas horas e meia, simplesmente para receber um cartão?
O Banco do Brasil tem o slogan "todo seu", mas isso claramente não condiz com a realidade do atendimento. Filas intermináveis, falta de informação e descaso é que são as marcas desse banco.
É vergonhosa a demora no atendimento e as longas filas, o reduzido serviço oferecido pela instituição têm deixado os clientes revoltados. Não há qualquer painel com indicação das senhas (e o que tem não funciona), que são chamadas e estranhamente a seqüência dos números chamados não avançava e pode-se perceber que algumas pessoas tem atendimento sem sequer ter as senhas (e não trata-se de idosos, gestantes e deficientes físicos que realmente merecem e precisam de atendimento especial).

Como alguém pode ter motivação em abrir a conta em um banco cujo tempo de espera na fila para receber um cartão é de, no mínimo duas horas e meia? Sem contar que durante o tempo de espera o cliente não pode sentir sede, porque nem água eles disponibilizam, e se precisar fazer algum necessidade fisiológica, daí a coisa complica!

Conversando com alguns clientes enquanto esperava pelo atendimento, estes apontaram o atendimento a empresas como uma das causas da demora, “Ao invés de usar malotes, ou um caixa especial, alguns donos de comércios chegam com todo movimento do dia e ficam horas no caixa, isso chega a ser uma verdadeira segregação entre os que têm dinheiro e aqueles que apenas querem receber salário, descontar um cheque, ou apenas efetuar um pequeno pagamento”, reclamou um dos clientes da instituição, e a coisa piora mesmo é na hora do almoço, quando parte dos funcionários saem para almoçar”.
Conferi pessoalmente a atitude de segregação (discriminação, pôr de lado), o atendimento preferencial dado aos comerciantes abastados da região. Enquanto os demais esperam horas de pé, já que o banco só disponibiliza meia dúzia de cadeiras.

Com isso é comum ver clientes sentados no chão da agencia esgotados pela cruel e desrespeitosa espera de pé.

Ao indagar um funcionário sobre o problema a resposta que recebi foi a seguinte: “É o sistema, o que eu posso fazer?” respondeu o funcionário do local, mostrando-se, simplesmente preocupados em informar ao cliente que “o problema não é com ele”, e que isso é a norma da empresa, que os faz reféns da boa vontade e, o mais grave, da negligência e do descaso no cumprimento dos serviços.

Produtos ou serviços de altíssima qualidade podem perder a confiança dos consumidores simplesmente pela má imagem causada por um atendimento desastrado.
Seria interessante que empresas que assim agem que faturam alto, com os valores de suas taxas, aliás, muito acima da inflação, invistam em cursos de relações humanas, treinamento e qualificação dos seus profissionais, e com o devido respeito ao consumidor.
Pois as tarifas cobradas pelo banco, estas são debitadas sem nenhum atraso e sem filas de espera.

Dignidade ao cidadão, são princípios de qualquer empresa séria!!!

Infelizmente o Banco do Brasil é a única opção para os funcionários da rede pública municipal receberem seus salários aqui em Catolé do Rocha.

Jarbas Cavalcante.

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