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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Os lobos estão a solta!

O que está acontecendo com os Municípios Paraibanos aqui do interior trata-se simplesmente de pura falta de sensibilidade e compromisso da equipe do atual governo, em face de sua política mesquinha promovida por “quem prega e parece não saber o que significa a palavra austeridade”. Não bastasse desde o ano passado o governo federal mexer nas contas dos Municípios, com programas de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) do Imposto de Renda (IR), os quais, uma vez diminuídos, causaram uma catástrofe financeira nas prefeituras.
O atual Governo do estado se resume a fazer perseguições contra os pequenos, à ordem, em suma, é a velha prática do “quanto pior melhor”, do “matar na unha”, mostrando a coisa pérfida que é esse governo.
É um desastre coberto de demagogia.
Usando a palavra “anunciar” como a tônica conceitual do seu governo, o Maranhão III, segue, emitindo novas ordens de serviços dando prosseguimento às obras iniciadas no Governo anterior, simplesmente, trocando as placas, como se a coisa fosse fruto desse governo que aí está.
E mais uma vez, estamos vendo os desmando na educação, na saúde, na segurança, são hospitais sem receber verbas do Estado, crianças sem transporte escolar, ambulâncias recolhidas e até policiais sendo assaltados nas ruas, e da mesma forma como ocorreu em Pombal e Piancó, agora o Governo do Estado concentra seus esforços para retirar a municipalização da saúde em Catolé do Rocha, conquistada arduamente pela população. Isso porque os atuais gestores destas cidades (Poliana Feitosa, Flávia Galdino e Edvaldo Caetano) não comungam com as práticas desse governo.
Precisamos de um estado diferente desse que está se delineando, com um povo fragmentado, iludido, agradecendo as migalhas.
Acostumando-se com a violência, sempre justificada pela pobreza. De governos onde seus líderes incentivam o oportunismo, a falta de ética, a falta de vergonha na cara. Onde a dissimulação e a mentira são semeadas como verdades, em seus discursos recheados de demagogia, onde simplesmente procuram desqualificar qualquer evidência de perseguição ou de falcatruas.
Queremos sim um governo diferente, que seja austero na igualdade de direitos e não em práticas que segregam.
Mas haverá quem não se curve, a estes desmandos. Haverá quem não se submeta às chantagens ou vantagens, ao patrulhamento, pela tentativa de domínio total.
O povo irá perceber que criar distinção é inconstitucional, mesmo que a pretexto de fazer justiça. Irá se dar conta de que a Paraíba está se deteriorando. Pulverizando-se em facções, em grupos oportunistas, em dependentes do estado com denominações específicas, enquanto as trombetas anunciam as bondades do rei, e que este pisa o tapete vermelho sob o qual se acumula a sujeira escondida.
Quem não lembra, dos oito anos sem reajustes, das greves de fome, dos tanques de guerra, dentre outras?

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