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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Termina o mistério sobre o modelo sucessor da Honda CBX 250 Twister, seu nome é Honda CB 300R

As linhas da nova CB 300R seguem a tendência que a Honda iniciou na CB 1000F, que não pisou no Brasil, e posteriormente na CB 600F Hornet (modelo atual) com farol trapezoidal, agora mais potente por utilizar lâmpada de 55/60 W, tanque mais alto e curto e rabeta afilada. Pode-se até dizer que a nova CB 300R possui design mais atual que a própria Hornet, não só pelo porte, que passa a impressão de ser uma moto maior, de 350 ou 400 cc, mas também pela nova traseira que está em harmonia com o restante do conjunto.
Aliás, paridade de peças minúscula. Segundo o desenvolvimento da Honda, a única peça aproveitada do antigo modelo foram as válvulas do motor, todo o resto é novo.

O quadro também é novo e, com relação a Twister, as principais mudanças estão no aumento da distância entre eixos, que aumentou 33 mm e passando para 1.402 mm, melhorando a estabilidade nas retas em alta velocidade, e na redução do ângulo de cáster visando agilizar as mudanças de trajetória, o que compensou o uso de um pneu mais largo na traseira, 140/70-17 no lugar do antigo 130/70-17. As suspensões mantiveram a receita semelhante da Twister que oferecia mais conforto que esportividade: com 130 mm de curso na dianteira e 105 mm na traseira, na Twister era apenas 100 mm de curso na traseira. Outra diferença na suspensão traseira está na nova balança de aço, antes de alumínio. Segundo a Honda, a utilização de uma roda mais leve melhorou o funcionamento da suspensão.

Mais Potência

Por fora o motor é parecido com o da Twister, porém, os técnicos garantem que tudo é novo na CB 300R. O pistão aumentou de diâmetro assim como o virabrequim que aumentou o espaço que o pistão percorre (curso). Com um motor mais “pesado”, a potência máxima, que agora é de 26,53 cv, vem mais cedo, aos 7.500 rpm. Na Twister a potência máxima de 24 cv vinha a 8.000 rpm. O torque, que agora é a característica mais marcante do motor, subiu para 2,81 kgf.m aos 6.000 rpm. Antes os 2,48 kgf.m de torque surgia na mesma faixa de giros.
Alimentado por injeção eletrônica, agora o motor oferece outra característica, com acelerações mais rápidas que sua antecessora porém, com menos ímpeto para altos giros. Como todo grande motor mono, além de vibrar mais que o antigo, agora a sensação está perceptível em quase todos regimes de rotação. Na prática, o motor está mais esperto já nos 5.000 giros enquanto que antes só despertava a partir dos 7.000 rpm.

Segundo a Honda, o consumo de combustível está próximo ao da Twister mesmo com o aumento de cilindrada. O feito se deve a utilização da injeção eletrônica que tornou a queima de combustível mais eficiente. Para completar o conjunto, a capacidade do tanque de combustível subiu para de 16,5 para 18 litros.

Com este lançamento, a Honda novamente fica sem concorrente direta no segmento das street de média cilindrada, como aconteceu com a Twister durante 5 anos até o lançamento da Yamaha Fazer 250. Aliás, a Yamaha poderá ainda viver bons momentos com a Fazer 250 já que a nova Honda CB 300R terá o preço sugerido em torno de R$ 13 mil

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